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segunda-feira, 26 de agosto de 2024

PRAIA DO BURACO - ALGARVE (O paraíso escondido de Portugal!)

Se você ainda não ouviu falar da Praia do Buraco, está na hora de se atualizar! Localizada na costa de Portugal, no concelho de Lagoa, essa praia é um verdadeiro tesouro escondido que vale a pena conhecer.
Imagine um pedaço de paraíso que parece ter saído diretamente de um cartão-postal?



A Praia do Buraco fica em um pequeno canto de falésia. Ela adquiriu esse nome por ter um buraco escavado na rocha, decorado com pedras roladas, que dá acesso à praia. 


É perfeita para quem está buscando um refúgio tranquilo longe das multidões. Ela é rodeada por falésias e rochas impressionantes, o que cria um ambiente quase mágico. 


Se você curte um mergulho, a água aqui é super convidativa e tem um tom azul profundo que é simplesmente irresistível. E para quem prefere relaxar na areia, a sensação é de estar em um spa natural – é só você e o som das ondas quebrando na costa.


Além disso, a Praia do Buraco é um ótimo local para quem gosta de trilhas e caminhadas. Existem vários caminhos ao redor da praia que oferecem vistas de tirar o fôlego. E o melhor: por ser um destino menos conhecido, você pode explorar sem aquele agito todo que normalmente acompanha praias mais famosas.

Então, se você está planejando uma viagem a Portugal e quer uma experiência mais autêntica e tranquila, coloque a Praia do Buraco na sua lista. Vai ser um daqueles lugares que você vai querer voltar sempre!
Bora lá ver mais detalhes desse paraíso em nosso vídeo no Youtube?

domingo, 12 de junho de 2022

CHALÉ DR. JOÃO LÚCIO - OLHÃO (ALGARVE) - PORTUGAL

O Chalé Dr. João Lúcio localizado na Quinta de Marim, em Olhão, Portugal, foi idealizada pelo advogado, poeta, músico e pintor, de mesmo nome, que foi uma figura muito importante e querida na cidade.
Começou a ser construído por volta de 1916, e com a morte do seu proprietário foi interrompido, em 1918.

A construção, ainda hoje, é considerada como um grande modelo da arquitetura simbolista em Portugal.

O edifício tem 3 pisos, em formato circular, não tem frente e nem traseira.


O acesso ao centro do chalé, onde existe uma bela clarabóia, é feito através de 4 belas escadarias dispostas segundo os quatro pontos cardeais.



Ao norte tem formato de peixe, e representa a água.


Ao sul, uma guitarra (ou violão), representa o fogo.


Virada para a nascente, o violino representa o ar.


E a poente, em formato de serpente, representa a terra.


A simbologia da casa também tem inspiração num trecho de um de seus poemas:

"Quando em baixo, ruje, o temporal, sem fim, dessa miséria,
oh Pó, em que tu te esfacelas,
Eu subo à minha Torre esguia, de marfim,
onde me coa o sonho, o filtro das estrelas"




Em nossa visita, fomos informadas que João Lúcio viveu pouquíssimo tempo em sua casa, pois em 1918 a Gripe Espanhola lhe tirou a vida, com 38 anos de idade.



A casa foi restaurada e adaptada e hoje funciona uma Ecoteca/Museu, e o espaço também recebe exposições temporárias, além de um acervo que conta a vida e a obra do Dr. João Lúcio.


A casa pode ser visitada e a entrada é gratuita. 
O visual lá de cima é fantástico e se pode avistar ao longe a Ilha do Farol, a Ilha da Culatra e a Ilha da Armona.
Bora lá com a gente conhecer as belezas de Olhão? Assista esse e outros vídeos em nosso canal no YouTube.

domingo, 29 de maio de 2022

VISITE 4 PONTOS HISTÓRICOS DE OLHÃO (ALGARVE) - PORTUGAL

Na segunda metade de Dezembro de 2021, em visita a Olhão, Portugal, visitamos lugares turísticos ou históricos e trouxemos aqui um pouquinho de tudo para vocês, além de nosso vídeo, que você pode assistir em nosso canal no Youtube.

Os 4 pontos que mostraremos aqui são os seguintes:

Compromisso Marítimo - Museu Municipal - O Compromisso Marítimo de Olhão, atualmente funciona como Museu Municipal. O edifício histórico, durante o ano apresenta várias exposições temporárias ou permanentes sobre temas relacionados à cidade, entre outros assuntos.


Data de 1768, e em sua fachada está escrito: “Esta obra foi feita à custa dos mareantes da Nobre Casa do Corpo Santo deste lugar de Olhão, em tempo do Felicíssimo Reinado do Fidelíssimo Rei Senhor D. José, o Primeiro, que Deus guarde, sendo Juiz da mesma Casa, António de Gouveia, no ano de 1771”.
Este espaço foi criado como ponto de apoio aos pescadores da cidade, e em seu piso térreo, possuía uma farmácia e um açougue para serviço dos mareantes. 
No andar superior localizava-se a Sala dos Despachos e em seu forro de madeira tem uma pintura do brasão das armas reais portuguesas.


Igreja de Nossa Senhora do Rosário - 
A edificação da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, atual Igreja Matriz de Olhão, iniciou-se em1698.
Trata-se de um lindo edifício com vários altares cheio de detalhes em seu interior.



E você pode visitar o mirante da torre do campanário da igreja e vislumbrar uma incrível paisagem da cidade. É cobrada uma taxa de 1 Euro por pessoa, e estudantes não pagam.



Na parte traseira da Igreja Matriz, está localizada a Capela do Senhor dos Aflitos, de construção barroca . A capela tem ao centro um painel de azulejos com a Crucificação de Cristo. É um local de culto, onde as pessoas fazem suas preces e ofertam objetos em cera representando a parte do corpo que está doente, e pela qual se pede a cura.


Mercados Municipais de Olhão - 
Olhão tem um conjunto de 2 prédios iguais, os Mercados Municipais, onde se vende todo tipo de frutos do mar fresquinho, e também produtos locais e hortifruti aberto ao público.
E aos sábados ainda tem a feira livre, no lado externo, onde os pequenos produtores da cidade vendem as suas colheitas.



Réplica do Caíque Bom Sucesso - Logo atrás dos mercados, está a Ria Formosa, onde está atracada a réplica do Caíque Bom Sucesso em tamanho real, embarcação que levou os pescadores olhanenses ao Brasil, para avisar a D. João que a população havia expulsado os franceses da cidade.
Dali se consegue avistar ao longe a ilha do Farol, da Culatra e da Armona.

Bora lá conhecer esses lugares maravilhosos com a gente? Clique aqui para assistir nosso vídeo.

domingo, 15 de maio de 2022

CONHEÇA O CAMINHO DAS LENDAS EM OLHÃO - ALGARVE - PORTUGAL

No finalzinho de Dezembro, estivemos em Olhão, no Algarve, e fomos fazer o Caminho das Lendas, que é um percurso feito a pé, e que atravessa a zona histórica de Olhão, passando por 5 largos onde se encontram  estátuas ou instalações artísticas que contam lendas locais, num
 circuito muito bem sinalizado e divertido.

Em meia hora se consegue percorrer as ruas estreitas da parte velha de Olhão e admirar a descrição de cada lenda e suas ilustrações.



Você pode começar o percurso pela última lenda, no Largo João da Carma ou pela primeira, no Largo da Fábrica Velha, e entre elas passará pela Praça Patrão Joaquim Lopes, pelo Largo do Gaibéu e pelo Largo do Carolas.


1 – Lenda de Marim - Largo Fábrica Velha:
 
Na zona de Marim, havia um bonito e luxuoso palácio, onde vivia uma jovem de nome Alina, por quem um trovador chamado Abdalá se tinha apaixonado. Abdalá todas as noites ia cantar lindas trovas junto da sua amada.
O Pai de Alina, farto da situação, chamou-o e promete-lhe a mão da filha, caso conseguisse trazer para junto do palácio, numa só noite, a fonte do rio, localizada a treze léguas de distância.
O rapaz parte com ar pensativo. O pai fica mais descansado pois acha que finalmente conseguiu afastar os dois.

Na noite seguinte o rapaz não aparecia, o que entristeceu Alina. Era já de madrugada, quando se ouve o som de um alaúde. Era o rapaz! E junto dele uma enorme fonte. Enraivecido, o pai, atira a filha pela janela, esta vem cair junto do seu amor, e juntos partem pelo ribeiro abaixo...

Junto à Lenda de Marim, você pode admirar também as pinturas em homenagem às fábricas de sardinha de Olhão.


2 – Lenda da Floripes - Praça Patrão Joaquim Lopes:
Lá para os lados do Bairro do Levante, no lugar do Sobrado, havia um moinho, junto ao qual, existia uma antiga casa onde vivia um homem de meia-idade, de seu nome Zé. Quase sempre embriagado, principalmente na companhia de amigos, contava várias vezes, que durante a noite, lhe aparecia uma moura muito formosa em sua casa e que ambos trocaram carícias até de madrugada.
Os seus amigos já não acreditavam. Um dia Zé, fez uma aposta com o mais novo do grupo - Julião - que ia casar em breve com uma moça chamada Aninhas. Zé oferecia uma fazenda que possuía no sítio da Relva, como prenda de noivado caso a moura aparecesse ao rapaz. Se não aparecesse, nada lhe daria. Julião aceitou.

À meia-noite lá estava ele junto ao moinho. De repente, quando já se preparava para se pôr a caminho, vê uma linda mulher. Era a moura encantada! Julião e a rapariga sentaram-se junto a uma árvore, e esta conta-lhe que o feitiço só poderá ser quebrado quando alguém a levasse para junto do mar, e lhe espetasse uma faca no braço do lado do coração. Só aí o feitiço seria levantado. Julião nada podia fazer, pois estava comprometido com Aninhas.
De regresso a casa, vê a noiva a chorar compulsivamente, e a seu lado o Compadre Zé. Quando Julião se vira para falar com o seu amigo Zé, este tinha desaparecido. Diz o povo, que a Floripes partiu para o Norte de África, na companhia do compadre Zé, o único homem que a amava na realidade...


3 – Lenda Mouro Encantado - Largo de Gaibéu:
Um pescador chamado Manuel Caleça, ainda jovem, estava na brincadeira com mais uns amigos na rua, quando se aproximou um rapaz que quis brincar com o grupo. Todos concordaram. Contudo, este tinha pouco jeito para a bricadeira; vendo isso, Manuel, faz-lhe um reparo.
O jovem propóe que Manuel o acompanhe para irem bricar para outro lado. Chegados ao local, o misterioso rapaz abre um alçapão. Lá em baixo, Manuel vÊ surgir um enorme palácio repleto de riquezas que o levam ao desespero.
O rapaz consolou-o, dizendo-lhe que o levaria para junto dos país, e que o acompanharia durante a sua vida, mas só ele o poderia ver, pois sofria de um encantamento. E assim foi. Até ao dia em que sua mãe o leva à missa para comungar e confessar.
Desde essa altura, Manuel, nunca mais sentiu a presença do amigo de que tanto gostava...


4 – Lenda Menino dos Olhos Grandes, Largo do Carolas:
Em noites escuras, diz-se que lá para os lados da Barreta, aparecia aos pescadores um menino muito robusto, vestido só de camisa com grandes olhos pretos.
Como chorava muito e nada dizia, os pescadores, com pena da criança, pegavam-na ao colo.
Mas o peso desta ia aumentando, à medida que andavam, acabando por ser deixada a chorar no chão.
Ao longo dos anos apareceu um pouco por toda a Barreta. Um dia, porem, o menino deixou de aparecer.
Diz o povo, que a Moura Floripes quando embarcou para as terras do Norte de África levou-o consigo...

5 – Lenda do Arraúl - Largo João da Carma: Arraúl era um belo, filho do guarda-mor das Colunas de Hércules, único sobrevivente da Atlântida.
Certo dia, Arraúl foi apanhado por uma tormenta que o arrastou para o oceano profundo onde uma baleia o engole. Apesar do infortúnio, o jovem sobrevive, pois a baleia deposita-o em terra firme no sítio das prainhas - local onde se diz que começou Olhão.
Arraúl, imediatamente se apaixona pelo lugar e tenta protegê-la construindo uma enorme barreira de areia, com terras provenientes dos serros de São Miguel e da Cabeça, dando assim origem à formação das Ilhas Barreira da Ria Formosa.

Bora lá conhecer com a gente as lendas encantadas da cidade de Olhão? Assista o vídeo.

domingo, 6 de fevereiro de 2022

CONHEÇA AS CURIOSIDADES E A ARQUITETURA DE OLHÃO (ALGARVE) - PORTUGAL

Em Dezembro de 2021, eu (Dry) fui com a Amy visitar sua família em sua cidade Natal, Olhão, que fica no Algarve, no litoral sul de Portugal.

Olhão ou Olhão da Restauração, é a capital da Ria Formosa e a capital do marisco. 
É também o maior porto pesqueiro do Algarve.

É sede de concelho e está dividida em 4 freguesias: "Olhão", "Pechão", "Quelfes", "Moncarapacho e Fuseta".

A cidade preserva  antigos bairros de pescadores com ruas estreitas, casas construídas coladas umas às outras ou com becos bem estreitos.



As ruas, principalmente na parte histórica, são pavimentadas com pedra tradicional portuguesa e as fachadas de alguns edifícios estão sendo constantemente restaurados.

Sem contar que Olhão também possui lindas praias que atraem muitos turistas no verão, principalmente de cidades da Europa. Não é raro passear pelas praias e praças e mal ouvir o idioma português... Rsss. É uma mistura de idiomas o tempo todo e em todo lugar!
Desde a primeira vez que eu (Dry) fui para Olhão, reparei e me encantei pela arquitetura tradicional algarvia, em especial pelas chaminés.
Fiquei sabendo, então, que as chaminés datam do final do século XIX, e tem herança árabe, e a essa altura eram um símbolo de ostentação, e quanto mais detalhado o desenho, mais cara era a obra. Dificilmente se via duas chaminés iguais.

Hoje ainda, as chaminés ornamentam e dão um charme especial às casas, que em sua maioria são caiadas de branco e retocadas anualmente pelos moradores mais caprichosos.



Além das chaminés, em Olhão, nas casas mais antigas, nota-se uma estrutura mais reta, sem telhas, que são terraços de inspiração árabe chamados de açoteias, que serviam para vigiar o mar, à espera dos barcos que voltavam da pesca, além de servir como uma área de descanso e refresco para os dias de verão, e também para secar amêndoas, figos e peixes.

E para ornamentar e "esconder" as açoteias, existe ainda uma faixa decorativa e na maioria das vezes colorida, chamada de platibanda.
A arquitetura da cidade foi inspirada no modelo árabe, devido às viagens marítimas dos seus pescadores, que íam pescar na zona de Marrocos. 
No final do século XVI, os pescadores construíram as primeiras cabanas de junco e em 1715, a primeira casa de alvenaria foi construída e deu início ao crescimento  do Bairro da Barreta.
Por essa estrutura das casas "em cubos", Olhão é chamada de cidade cubista.

Nessa parte da cidade velha se pode observar também lindas janelas e portas antigas, que não passam desapercebidas.

Nas portas, em especial, notei aquelas "mãozinhas", que também tem influência árabe, e são chamadas de "Mãos de Fátima". Além da função de batente, para avisar a chegada de visitas, também é um símbolo (ou talismã) de proteção do espaço sagrado do lar.

Algo que me encanta também, são os ninhos de cegonhas que geralmente ficam em cima de torres, árvores, igrejas ou chaminés de fábricas. Isso se vê muito em Olhão e pelo Algarve todo.




Olhão tem um conjunto de 2 prédios iguais, os Mercados Municipais, onde se vende todo tipo de frutos do mar fresquinho, e também produtos locais e hortifruti aberto ao público.




E aos sábados ainda tem a feira livre, no lado externo, onde os pequenos produtores da cidade vendem as suas colheitas.



Desse lado, na Ria Formosa, está atracada a réplica do Caíque Bom Sucesso, embarcação que levou os pescadores olhanenses ao Brasil, para avisar a D. João que a população havia expulsado os franceses da cidade.
 

Dali se consegue avistar ao longe a ilha do Farol, da Culatra e da Armona.






Para poder admirar melhor a arquitetura cubista de Olhão é necessário subir em algum ponto alto, ou até mesmo na torre do campanário da Igreja Matriz, como mostraremos em outro vídeo sobre os pontos turísticos da cidade.



Também mostraremos nos próximos vídeos, as lendas da cidade, passando pelo "Caminho das Lendas": (Arraul, Menino dos Olhos Grandes, Moura Encantada, Floripes e Marim). Fiquem de olho, pessoal!




Em nosso canal do Youtube, você pode assistir o vídeo de nosso tour a pé pela cidade e notar essas curiosidades encantadoras. Bora lá?

domingo, 23 de janeiro de 2022

ILUMINAÇÃO DE NATAL DE OLHÃO - ALGARVE - PORTUGAL

Essa ída a Olhão dessa vez foi muito especial, pois fomos na época de Natal comemorar com a família, e aproveitamos a cidade toda iluminada para mostrar um pouco de Olhão a noite. As luzes eram na maioria brancas, porém ainda assim tinham um charme muito especial, pois iluminavam de maneira simples alguns pontos históricos sem tirar o brilho natural de cada um deles.
E tivemos uma ajudinha especial de nossa amiguinha portuguesinha linda, a Rafa! E com ela, passeamos por quase todos os pontos da iluminação de Natal de Olhão.
Os pontos visitados foram os seguintes:

Rotunda do Cubo
Rotunda (ou rotatória) que abriga um enorme cubo que representa a arquitetura da "cidade cubista" de Olhão.




Avenida da República
É uma das principais avenidas da cidade, que em seu final dá acesso ao centro histórico.


Poço das Bombas
Na Avenida da República encontra-se um painel de azulejos e uma fonte ornamental que marca o local onde existiu a principal fonte de abastecimento de água da cidade.



Capela de Nossa Senhora dos Aflitos
A entrada da capela fica no final da Avenida da República, e na parte de trás da Igreja Matriz.
Sua construção em estilo barroco, tem ao centro um painel de azulejos com a Crucificação de Cristo. 



Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário
A Igreja de Nossa Senhora do Rosário é a IgrejaMatriz de Olhão.
Em sua fachada pode ler-se: “À custa dos homens do mar deste povo se fez este templo novo, no tempo em que só haviam umas palhotas”.
No seu interior, existem cinco altares e um teto decorado com uma imagem de Nossa Senhora do Rosário.



Rua do Comércio
A Rua do Comércio já teve o nome de Rua do Rosário, mas os olhanenses sempre a chamaram de Rua das Lojas. Foi a primeira rua a ser calcetada em 1838.
Tem um traçado estreito que liga os bairros ribeirinhos ao largo da Igreja Matriz. Sua maior parte é  comercial, mas também tem prédios de instituições públicas. 



Mercados Municipais de Olhão
Um dos principais cartões postais da cidade, há quase um século, os  mercados são compostos por dois espaços: o Mercado de Hortifruti e produtos locais, e o Mercado do Peixe. O seu interior é forrado com azulejos pintados por Costa Pinheiro. E na parte externa há vários comércios, como sorveteria, cafés, artesanatos que rodeiam os dois prédios.
Aos sábados, pela manhã, junto à Ria Formosa, os pequenos produtores locais vendem os produtos de suas colheitas.


Jardim do Pescador Olhanense
Nele encontra-se um lindo coreto, do século XX, em formato hexagonal e vários bancos com painéis em azulejo que retratam a expulsão dos franceses pelo povo olhanense e a viagem do Caíque Bom Sucesso ao Brasil.


Caíque Bom Sucesso
Logo atrás dos Mercados Municipais, encontra-se uma réplica do Caíque Bom Sucesso, que trata-se da embarcação que, em 1808, levou os pescadores de Olhão até o Brasil, para informar o Rei D. João VI, que a população de Olhão havia expulsado os invasores Franceses.
Como recompensa, o rei concedeu a independência de Olhão.

Assista o vídeo e venha dar essa voltinha pela cidade com a gente. Bora lá?